quarta-feira, 6 de agosto de 2014

Reunião Pública/Passes - 5ª feira, 07 ago., 20 horas.

JESUS NA ATUALIDADE - Nosso companheiro JOSÉ ANTONIO DA CRUZ estará conosco, em DVD, para discorrer sobre Jesus na Atualidade. O que de fato, representa hoje, para cada um de nós Jesus. Estão seus ensinamentos em dia com a realidade dos tempos atuais? Tudo isso e muito mais iremos compreender por meio de sua fala, nos trazendo muitos pontos para nossa reflexão. Não percam mais esta oportunidade de entender esses aspectos importantes de nossa vida em progresso, rumo a iluminação interior!
Enquanto os grandes pensadores de todos os tempos estabeleceram métodos e sistemas de doutrinas, Ele sustentou, no amor, os pilotis da ética humanizada para a felicidade. Não se utilizou de sofismas, nem de silogismos, jamais aplicando comportamentos excêntricos ou fórmulas complexas que exigissem altos níveis de inteligência ou de astúcia. 
Esperamos você!

quarta-feira, 30 de julho de 2014

Reunião Pública/Passes - 5ª feira, 31 jul.,20 horas.

INQUIETAÇÕES ÍNTIMAS -  Nosso companheiro ALUÍSIO CARLOS estará conosco explicando que as inquietações íntimas atormentam o ser humano, fazendo-o afundar-se em verdadeiros precipícios na sua mente, na sua alma, e aprisionando-o em labirintos aparentemente sem saída. Podem ser causadas por feridas tão profundas que, às vezes, não se consegue falar sobre elas nem com seu próprio reflexo. Não raro, elas levam a pensar em atrocidades contra o outro e o próprio ser, na errônea ilusão de que essas desesperadas atitudes dissiparão o tormento. As reflexões propostas visam aquietar e acalmar as tempestades íntimas, ressaltando o poder sublime da luz do Criador, que age nas feridas como anestésico. Essa luz cicatriza os mais profundos rancores e abre as portas da gratidão, do perdão, da caridade, do amor a si mesmo, ao próximo e ao Pai Celestial. 
Venha participar de mais este encontro, em dvd, e conhecer mais sobre este assunto! Vamos lhe esperar.

quarta-feira, 23 de julho de 2014

Reunião Pública/Passes - 5ª feira, 24 jul., 20 horas.

OCIOSIDADE - Por meio do discurso de nosso companheiro J. RIVERA iremos discutir sobre a questão da "ociosidade". Talvez um dos maiores equívocos do ser humano é achar que na ociosidade encontrará o descanso e a paz. 
Na verdade é na ociosidade que "surge e cresce o mal" como afirma Joanna de Ângelis. O momento de maior perigo para o ser em desenvolvimento é quando está desocupado, é na "hora vazia” que surgem as tentações e reavivamento das imperfeições ainda não vencidas.
É claro que quando falamos em ociosidade, não estamos nos referindo ao período de repouso necessário e salutar a todo o trabalhador, mas ao período de inércia prolongada em que se coloca voluntariamente o indivíduo.
"O trabalho de boa procedência em qualquer direção produz felicidade e paz. Produz pela alegria de ser útil e ativo, içando o coração a Jesus, que sem desfalecimento trabalha por todos nós, como o Pai Celeste que até hoje também trabalha" - assevera Joanna de Ângelis. 
Ensina-nos Emmanuel, que em relação ao trabalho, em todos os tempos e lugares, há criaturas queixosas e insatisfeitas, quase todas pedindo auxílio. Poucas amam o esforço que lhes foi confiado, a maioria revolta-se contra o gênero do trabalho que lhe compete executar. "Os que varrem as ruas querem ser comerciantes; os trabalhadores do campo prefeririam a existência na cidade. O problema, contudo, não é de gênero de tarefa, mas o de compreensão da oportunidade recebida. De modo geral, as queixas; nesse sentido, são filhas da preguiça inconsciente. É o desejo ingênito de conservar o que é inútil e ruinoso, das quedas no pretérito obscuro.”
Venha participar de mais este encontro de luz e esclarecimento! Até lá e muita paz!

quarta-feira, 16 de julho de 2014

Reunião Pública/Passes - 5ª feira, 17 jul., 20 horas.

SEJAMOS LUZ - Nosso companheiro PARAGUASSU NUNES estará nos explicando que o Universo compreende a infinidade dos mundos visíveis e invisíveis, onde habitam seres animados e inanimados, todos os astros que se movem no espaço, assim como os fluidos que o preenchem.
Na questão de número 37 de O Livro dos Espíritos, o insigne Allan Kardec pergunta às entidades venerandas se o Universo foi criado ou existe de toda a eternidade. Os Espíritos então lhe respondem que "como não pode ter sido criado por si mesmo, só pode ser obra de Deus".
Na questão subsequente uma nova indagação: "- Como Deus criou o Universo?" Ao que os Espíritos outra vez respondem: "- Por sua vontade."
Nada traduz melhor essa vontade toda poderosa que estas belas palavras grafadas no livro Gênesis: "Deus disse: que a Luz seja, e a Luz foi".
A luz é a mais pura forma de energia.
E· a matéria, segundo Albert Einstein, nada mais é do que energia condensada.
A energia se condensa, criando desde o mais tênue espectro de luz até a mais rude e tosca matéria que nossos sentidos podem depreender.
Também devemos salientar que entre a mais diáfana manifestação energética e o mais intrincado liame de pró tons e nêutrons, existem alguns corpos que são animados por uma energia extra denominada energia vital.
O fluido vital faz a distinção dos seres vivos, que agem por vontade própria, daqueles outros que compõem os nossos mundos. 
Gostou? Quer saber sobre mais esse  tema? Então não deixe de participar de mais este encontro de luz! Até lá e muita paz!

quarta-feira, 9 de julho de 2014

Reunião Pública/Passes - 5ª feira, 10 junho, 20 horas.

VIOLÊNCIA E VINGANÇA -Toda palavra ofensiva exprime um sentimento contrário à lei do amor e da caridade que deve presidir as relações entre os homens e manter entre eles a concórdia e a união.
Constitui um golpe desferido na benevolência recíproca e na fraternidade. Entretém o ódio e a animosidade.
A caridade para com o próximo é a lei primeira de todo cristão. (Ev. IX 4)(1) .
Até agora os bens da Terra são açambarcados pelos violentos, em prejuízo dos que são brandos e pacíficos.
Quando a humanidade se submeter à lei de amor e de caridade deixará de haver egoísmo; o fraco e o pacífico já não serão explorados, nem esmagados pelo forte e pelo violento. (Ev. IX 5) (1)
O mundo está cheio dessas criaturas que têm nos lábios o sorriso e no coração o veneno.
São brandas, desde que nada as agaste, mas mordem à menor contrariedade.
A língua de ouro quando falam pela frente se muda em dardo peçonhento quando estão por detrás. (Ev. IX 6) (1)A cólera é contrária à caridade e à humildade cristãs. (Ev. IX 9) (1)
Um Espírito pacífico, ainda que num corpo bilioso, será sempre pacífico.
Um Espírito violento, mesmo que num corpo linfático, não será brando.
Aquele que queira corrigir-se, sempre o pode. (Ev. IX 10) (1)
A vingança é um dos últimos remanescentes dos costumes bárbaros. É, como o duelo, um dos derradeiros vestígios dos hábitos selvagens.
Este assunto será discorrido pela nossa confreira VERA LÚCIA, nesta data, para maior entendimento e esclarecimento, a luz da Doutrina dos Espíritos! 
Se você quer saber mais sobre ele, então venha participar desta Reunião!

segunda-feira, 7 de julho de 2014

"...E A VIDA CONTINUA...", filme, hoje, 07/07 no GEELD!

Hoje, 07/07, as 20 horas, estaremos apresentando o filme nacional ...E A VIDA CONTINUA... . Não deixe de comparecer e assistir a mais este emocionante e esclarecedor filme espírita. O filme é baseado no best-seller espírita “E A VIDA CONTINUA”, escrito em 1968 pelo espírito André Luiz, psicografado por Chico Xavier. Trata-se do 13º e último livro da série “A VIDA NO MUNDO ESPIRITUAL”.

OBS.: esta apresentação faz parte do nosso roteiro do ESDE que está em curso no nosso Grupo de Estudos II.
Independentemente disto, todos serão bem vindos para assistir a esta apresentação!

quarta-feira, 2 de julho de 2014

Reunião Pública/Passes - quinta feira, 03 jul., 20 horas.

AS ANTIPATIAS DA VIDA - É crível aceitar-se que os filhos da Providência Divina já tenham experimentado a sensação de antipatia por certas pessoas sem que esses irmãos lhes tenham sequer dirigido a palavra ou se manifestado contra seus eventuais interesses. Essa experiência levou os irmãos de caminhada a utilizarem uma expressão no mínimo curiosa. "Meu santo não bate com o dele". Trata-se de uma aversão, em tese, gratuita, mas que na verdade tem explicação apropriada.
Os Espíritos se reconhecem de Espírito para Espírito, trazendo do passado as simpatias e antipatias que os repelem ou atraem sob o pálio da lei de atração. Bem se vê na questão 207, parte dois, de O Livro dos Espíritos, o questionamento de onde provêm as semelhanças morais que existem, algumas vezes, entre os pais e filhos. Os esclarecimentos não deixam dúvidas ao dizerem que: "São Espíritos simpáticos, atraídos pela semelhança de suas tendências".
Nesse sentido não se pode olvidar o passado que revive no presente, nos filhos da Potestade cujo caráter pertence aos desígnios do senhor da vida e será crível imaginar que o destino desta atração traga ínsito no seu propósito a aproximação dos seres, visando a reconciliação das divergências para ceder lugar à fraternidade, caminho para os resgates indispensáveis aos caminheiros da felicidade.
Jesus exorta aos viajores, no mundo de provas e expiações, para a reconciliação dos dissidentes da Lei Divina acertarem os seus passos enquanto estiverem por este orbe, evitando com isso processos dolorosos de recuperação.
Com base nessa linha de pensamento, nossa companheira MARINEZ irá nos apresentar maiores elucidações sobre esta questão. Venha conhecer mais sobre este tema; você irá gostar!

quarta-feira, 18 de junho de 2014

Reunião Pública/Passes - 5ª feira, 19 junho, 20 horas.

AS GRANDES TRAGÉDIAS E A EVOLUÇÃO HUMANA - De tempos em tempos a humanidade é acometida de uma grande tragédia, ocasionada por fenômenos naturais como terremotos, vulcões, maremotos, incêndios florestais, enchentes, com a morte de centenas e até milhares de pessoas. Há ocasiões em que as tragédias acontecem num curto período de tempo, atingindo várias regiões do planeta, e a soma das vítimas impressiona até o mais frio e calculista dos homens. Certamente que, sendo Deus justo e bom, esses fenômenos naturais haverão de ter uma causa justa, e se alguns sobrevivem às tragédias enquanto outros sucumbem, haverá para esse fato uma razão lógica, pois não é possível que Deus sancione o acaso para escolher quais dos seus filhos merecerá continuar a existência terrena, visto que isso é incompatível com sua plena sabedoria e misericórdia.
Nossa confreira CARMEN CÍNTIA irá nos apresentar, através de sua fala e a partir de um estudo básico nas obras da codificação espírita, como Allan Kardec e os Espíritos Superiores explicam as causas e as consequências desses fenômenos naturais e sua repercussão junto ao progresso da humanidade.
Se você gostou e quer conhecer mais sobre este tema À luz da Doutrina dos Espíritos, não deixe de participar! Até lá!

terça-feira, 17 de junho de 2014

Reunião Pública/Passes - 4ª feira, 18 junho, 14 horas.

A LEI DO TRABALHO - Catalogada como segunda, entre as dez leis registradas por Allan Kardec em O Livro dos Espíritos, a Lei do Trabalho deve ser mais bem estudada pelos homens. Conforme será esclarecido, através da fala de nosso confrade PARAGUASSÚ NUNES, por mais que tentemos evitar, o fato de trabalhar pela sobrevivência ainda soa ao homem como um castigo, o mesmo que teria sido imposto por Deus a Adão e a Eva quando transgrediram as leis e comeram do fruto proibido.
No próximo mês de maio, logo no primeiro dia, o mundo comemora o DIA DO TRABALHO.
Faz-se feriado e as pessoas descansam para festejar e não fazer nada, ou sair a passeio, ou tomarem "todas"!
Se o leitor se dispuser a estudar com atenção o Capítulo III do livro terceiro da primeira obra da codificação, se dará conta que o trabalho é uma lei da natureza, conforme já está explicado na questão 674.
Ao longo das indagações dos encarnados e das respostas dos Superiores Espirituais, compreendemos a perfeição do esquema divino que oferece por meio do trabalho o desenvolvimento intelectual, moral e material da criaturas. O trabalho é tão importante para o homem que a ociosidade o denigre, atrofia e embrutece. Durante o trabalho exercitam-se nervos, músculos e cérebro, mantendo-os todos em atividade. A memória do homem se aprimora com o uso incessante.
Não percam mais este esclarecedor encontro! Ilumine-se; estude o Espiritismo!

quinta-feira, 12 de junho de 2014

Reunião Pública/Passes - sábado, 14 junho, 18 horas.

O EQUÍVOCO DA EUTANÁSIA - Folha de São Paulo, em seu caderno "Folha Cotidiano" do dia 20 de fevereiro de 2005, primeira página, sob o título Morte a dentro, anuncia que profissionais da UTI dão sobrecarga de medicamentos ou desligam aparelhos de doente terminal, acrescentando, no subtítulo: Médicos revelam que eutanásia é prática habitual em UTIs do país.
A matéria em apreço diz que: "Apesar de ilegal, a eutanásia - apressar, sem dor ou sofrimento, a morte de um doente incurável - é ato frequente e, muitas vezes, pouco discutido nas UTIs de hospitais brasileiros". Dezesseis médicos ouvidos pela Folha confirmam que hoje o procedimento é comum e veem a eutanásia como abreviação do sofrimento do doente e da sua família.
Entre eles, há quem admita razões mais práticas, como a necessidade de vaga na UTI para alguém com chances de sobrevivência
, ou a pressão, na medicina privada, para diminuir custos.
"Vamos deixá-lo descansar". É assim que o médico avisa a família e dá início ao fim do sofrimento, diz o infectologista Caio Rosenthal, um dos conhecidos defensores da eutanásia quando não há mais recursos de tratamento.
Mais adiante, continua a Folha: Para o patologista Marcos de Almeida é hipocrisia negar que a eutanásia seja praticada em UTIs brasileiras, onde é frequentemente utilizado um coquetel de sedativos batizados de M I. "É feito de monte. O doente está em fase terminal, não se beneficia mais com a analgesia, o médico vai e aumenta a dose de sedação. Isso tem um efeito tóxico e vai levar o paciente à morte".
Entretanto, em " O Evangelho Segundo O Espiritismo", capítulo V, item 28, sob o título: "Será lícito abreviar a vida de um doente que sofra sem esperança de cura?", Kardec pergunta ao Espírito S. Luís (Paris, 1860):- Um homem está agonizante, presa de cruéis sofrimentos. Sabe-se que seu estado é desesperador. Será lícito pouparem-se lhe alguns instantes de angústias, apressando-se lhes o fim?
A resposta é contundente!!!
Venha participar de mais este encontro, onde nossa companheira  VERA LÚCIA, estará nos brindando com sua fala trazendo-nos todos os esclarecimento fundamentados na doutrina dos Espíritos!

quarta-feira, 11 de junho de 2014

Reunião Pública/Passes - 5ª feira, 12 junho, 20 horas.

150 ANOS DE "O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO" - Publicado em abril de 1864, sua primeira edição teve o nome de Imitação do Evangelho segundo o Espiritismo
Mais tarde, devido às observações do editor de Kardec, Pierre-Paul Didier e também de outras pessoas, o nome foi alterado para O Evangelho segundo o Espiritismo.

Em 9 de agosto de 1863, refugiado na localidade de Sainte Adresse, pois ele precisava de isolamento e recolhimento para concluir essa obra da Codificação, Kardec recebeu uma comunicação de seus guias sobre a importância e a influência considerável que esse livro causaria não só no mundo religioso, mas também entre as nações.

Essas informações com as mensagens completas recebidas por Kardec podem ser encontradas em Obras Póstumas. Curiosidades sobre o fato. Na Revista Espírita de abril de 1864, em sua primeira página, aparece uma nota falando que já está a venda o livro Imitação do Evangelho segundo o Espiritismo, e um artigo de Kardec extraído da Introdução da obra no qual afirma que o ensino moral do Cristo, ficou inatacável.

“Essa obra é para uso de todos. Cada um pode aí colher os meios de conformar sua conduta à moral do Cristo”. Na Revista Espírita de agosto de 1864, vamos encontrar vários assinantes pesarosos porque não encontraram no livro, no capítulo XXVIII, Coletânea de preces espíritas uma prece especial para uso habitual pela manhã e à noite. Kardec responde que evitou de propósito as preces da manhã e da noite, para tirar de sua obra o caráter litúrgico.

“A principal qualidade da prece é ser clara, simples e concisa, sem fraseologia inútil. O mais perfeito modelo de concisão no caso da prece é a Oração Dominical”. E na cidade de Bordeus, em maio de 1864, um grupo espírita recebeu uma mensagem sobre o novo livro, do próprio Espírito de Verdade, que foi publicada na Revista Espírita de dezembro de 1864.

Na introdução de O Evangelho Segundo o Espiritismo, vamos encontrar os esclarecimentos de Kardec, sobre a finalidade da obra, sobre a Doutrina Espírita, o significado de muitas palavras empregadas com freqüência nos textos evangélicos, a fim de facilitar a compreensão para o verdadeiro sentido de certas máximas do Cristo.

Coloca também uma parte histórica que caracteriza os usos e costumes da sociedade judaica daquela época e um resumo da Doutrina de Sócrates e Platão, precursores do Cristo.

O Evangelho Segundo o Espiritismo compõe-se de 28 capítulos, dos quais 27 dedicam-se as explicações dos ensinamentos de Jesus, bem como suas concordâncias com o Espiritismo. O último capítulo traz uma série de preces espíritas, mas sem constituir normas absolutas.

O Evangelho Segundo o Espiritismo é o maior Código Moral que uma humanidade poderia receber. A leitura e o estudo dessa obra são imprescindíveis a todos que realmente aspiram por um mundo de paz e amor, uma família estruturada em princípios e valores morais e consequentemente uma sociedade justa e melhorada.

É um livro como chamamos, de cabeceira, para ser lido diariamente, estudado em grupos, e também em nossos lares, semanalmente, na prática já consolidada e conhecida como Evangelho no Lar. E, o mais importante, vivenciado em nosso dia a dia!(Boa leitura e estudo)!
ORSON CARRARA estará conosco, em dvd, discursando sobre está obra fantástica, que nos orienta à nossa iluminação interior!

terça-feira, 10 de junho de 2014

Reunião Pública/Passes - 4ª feira , 11 jun., 14 horas.


A ESCALA ESPÍRITA E A FAMÍLIA - Encontrar uma família legal! Esta foi a resposta de um pequeno garoto a um repórter de um canal de televisão, quando este entrevistava moradores de rua em uma grande cidade brasileira, perguntado a eles qual era o grande desejo e sonhos para o ano de 2014.
O desejo daquele garotinho não reflete apenas um sonho dos chamados meninos de rua, um problema grave em nossa sociedade, mas, sobretudo, de um grande número de pessoas que levam uma vida aparentemente normal, mas que em conversas reservadas revelam uma enorme frustração com a família a que pertencem e de como gostariam de viver em uma família unida e saudável.
O dia-a-dia nos revela através dos órgãos de imprensa e dos mais variados relatos, conflitos de toda a natureza que ac
ontecem diariamente nos lares, sem acepção de classe social, pois os problemas relatados tanto acontecem no lar modesto quanto no lar suntuoso, a guerra e os motivos são mesmos, só mudam de endereço.Se fizermos uma pesquisa nas diversas varas de família dos nossos tribunais, encontraremos um número imenso de conflitos judiciais envolvendo conturbadas relações familiares que se dão pelo litígio de pais contra filhos, filhos contra pais, esposo contra esposa e vice-versa.
A pergunta que as pessoas fazem é sempre a mesma; por que as relações familiares são tão complicadas? Porque tanto desentendimento entre os componentes de uma família, se o que se espera de uma família, pelo menos na teoria, é harmonia, respeito, colaboração e amor entre os seus membros? 
Nosso confrade J. RIVERA estará, nesta data, trazendo-nos explicações à luz da Doutrina Espírita a respeito desse assunto tão grave! Venha participar!

quarta-feira, 28 de maio de 2014

Reunião Pública/Passes - 5ª feira, 29 maio., 20 horas.

COMO VENCER A FRUSTRAÇÃO - Pela fala de nosso confrade PARAGUASSU NUNES, iremos compreender que viver é ter uma finalidade e procurar alcançá-la.
Se surge qualquer coisa ou alguém que atrapalha a consecução do plano traçado, o indivíduo pode se sentir contrariado e coagido, sendo essa uma das causas das irritações.
O processo de frustração quando não debelado a tempo, normalmente segue uma sequência:
1°) Propósito impedido;
2º Sentimento de frustração:
3°) Ação agressiva.
Quando se percebe a tempo o que está ocorrendo dentro de si, pode-se poupar muitas perturbações e sofrimentos.
No momento em que uma pessoa age mal, em vez de acreditar que se trata de um mau-caráter, deve-se indagar: "Quais são as suas frustrações? O que é que está atormentando-a? Qual o motivo de ela estar agindo assim?" Ao procurar as razões das atitudes dos outros, cria-se um clima de empatia, possibilitando compreender melhor as causas dos acontecimentos e diminuindo as frustrações.
Quando alguém se sente de péssimo humor, deve perguntar a si mesmo: "O que é que está me amolando? Porque estou me sentindo assim?" E comum perceber que, na maioria das vezes, o que estraga o nosso dia é algo menor, que não vale o nosso aborrecimento. Ao se sentir frustrado, o indivíduo pode canalizar os impulsos negativos.
Agora; se você quer saber mais sobre este tema, então venha participar de mais este encontro! Você irá gostar! Até lá e muita paz!

terça-feira, 27 de maio de 2014

Reunião Pública/Passes - 4ª feira, 28 maio, 14 horas.


JESUS E A AFETIVIDADE - Quando se propõe a falar de afetividade relacionada à figura do Mestre Jesus, nos deparamos na precariedade dos relatos evangélicos acerca dos mínimos gestos do Cristo em relação às criaturas que o abordavam. Precariedade provavelmente relacionada com a objetividade escolhida por Jerônimo, ao ser indicado, pelo Imperador Focas, para a montagem da Vulgata Latina, ou seja, a versão que se tornaria aceita pela Igreja Oficial sobre os textos até então reunidos sobre a vida de Jesus e seus principais seguidores. Ocupado com a necessidade de transmitir informações que compusessem o corpo doutrinário do Cristianismo, de forma clara e concisa, certamente abriu mão de relatos mais poéticos e, provavelmente, mais ricos no sentido da expressividade de Jesus em seus relacionamentos.
Nossa crítica, porém, não pretende denegrir ou negar os propósitos verdadeiros daquele sábio e mesmo querer negar que alguns fatos foram mantidos, registrando lições profundas da capacidade de Jesus para demonstrar os seus sentimentos para os que compartilhavam da sua presença.
Certamente os que conviveram com ele em sua intimidade tiveram a oportunidade de acompanhá-lo e com ele aprender as mais sublimes e sutis manifestações de afeto, não só no sentido de expressá-los, mas também de como recebê-los.
Nossa companheira EUNICE DE PAULA, estará, nesta data,  elucidando nos sobre esta questão de importante valor moral para todos nós, Cristãos! Não deixe de participar!

sexta-feira, 16 de maio de 2014

Reunião Pública/Passes - sábado, 17maio, 18 horas.

UMA VISÃO DA DOR - Nossa companheira MARINEZ estará, nesta data, explicando-nos que o ser humano, espírito reencarnado na Terra, enfrenta terrível inimigo conhecido como dor, mas por necessidade evolutiva, destaquemos. Para os Espíritos Superiores a dor é mecanismo de progresso espiritual, constituindo-se, pois, numa instrutora em nossa vida.
A dor pode apresentar-se em três aspectos: física, espiritual e moral. Estas recebem denominações várias: angústias, amarguras, aflições, tristezas, solidão, despeito, mágoa, ciúme, inveja, ingratidão, insegurança, irritação, indiferença, egoísmo, orgulho e todo um rosário de outras manifestações do espírito que se expressam na sua estruturação interna, com repercussões externas, incomodando-o profundamente.
Muito simples entender o que pretendemos mostrar. Não existisse a dor, o que aconteceria com a mão esquecida sobre uma chapa incandescente? Como ficariam nossos pés se caminhássemos sobre espinhos? Se fôssemos insensíveis ao choque elétrico, que consequências adviriam?
Para a medicina da terra a dor física é um sintoma de alarme, apresentado pelo organismo, dizendo que algo não vai bem com o seu funcionamento. Vista desta forma, a dor física deixa de ser uma inimiga e passa a ser uma grande aliada do nosso organismo ou do nosso corpo, pois este autêntico alarme revela que devemos parar e nos cuidar, de forma a atenuar ou aliviar por completo a sua presença desagradável. A forma mais eficaz para evitar a recidiva de qualquer sofrimento é descobrir a sua causa. Quando descoberta, a criatura inicia toda uma vigilância a fim de não o provocar, agindo de forma a neutralizar a sua fonte geradora.
Para maiores detalhes sobre este assunto não deixe de participar de mais este encontro! Ate lá e muita paz!